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As crianças adoram o jogo e estimula competências espaciais, a capacidade de manter a atenção e o autocontrolo (pensar antes de agir). Aproveitem!
- Não há luar como o de janeiro nem amor como o primeiro.
- Janeiro fora, crescem os dias uma hora e, quem bem contar, hora e meia há-de achar.
- Janeiro frio e molhado enche a tulha e farta o gado.
- Janeiro quente, traz o Diabo no ventre.
- Em janeiro, sobe ao outeiro. Se vires verdejar, põe-te a chorar; se vires terrear, põe-te a cantar.
- Janeiro molhado não é bom para o pão, mas é bom para o gado.
- Em janeiro, sete casacos e um sombreiro.
- Em janeiro, seca a ovelha no fumeiro.
- Trovão em janeiro: nem bom prado nem bom palheiro.
- Se o janeiro não tiver trinta e uma geadas, tem de as pedir emprestadas.
- Luar de janeiro não tem parceiro, mas o de agosto dá-lhe no rosto.
- Calças brancas em janeiro, sinal de pouco dinheiro.
- Vinho verde em janeiro é mortalha no palheiro.
- Quando em janeiro a lua vaza, corta madeira para tua casa.
- Bons dias em janeiro enganam os homens em fevereiro.
- Comer laranjas em janeiro é dar que fazer ao coveiro.
- Da flor de janeiro, ninguém enche o celeiro.
- Dezembro com junho ao desafio, traz janeiro frio.
- Em janeiro, cada ovelha com seu cordeiro.
- Em janeiro, sete capelos e um sombreiro.
- Janeiro geoso e fevereiro chuvoso fazem o ano formoso.
- O mês de agosto será gaiteiro, se for bonito o 1º de Janeiro.
- Pintainho de Janeiro, vai com a mãe ao poleiro.
- Quem em janeiro lavrar, tem sete pães para o jantar.
- Sapato branco em janeiro é sinal de pouco dinheiro.
- Verdura de janeiro, não vai a palheiro.
- Cava fundo em novembro para plantares em janeiro.
- Ao luar de janeiro se conta o dinheiro.
- A água de janeiro vale dinheiro.
- Fevereiro: rego cheio.
- Fevereiro enxuto rói mais que todos os ratos do mundo.
- Quando não chove em fevereiro, nem bom prado nem bom celeiro.
- Água de fevereiro enche o celeiro.
- Em fevereiro, chuva; em agosto, uva.
- Ao fevereiro e ao rapaz perdoa tudo o que faz, se o fevereiro não for secalhão e o rapaz não for ladrão.
- Quem andar a gosto, não sai de casa em fevereiro.
- Fevereiro quente não vejas tu nem o teu parente.
- Aproveite fevereiro quem folgou em Janeiro.
- Neve em fevereiro, presságio de mau celeiro.
- Tantos dias de geada terá maio, quantos de nevoeiro teve fevereiro.
- Em fevereiro: no primeiro jejuarás; no segundo guardarás; no terceiro, dia de S. Brás.
- Lá vem fevereiro, que leva a ovelha e o carneiro.
- Março, marçagão, manhãs de inverno e tardes de verão.
- Mal vai março se não chove em cada dia seu pedaço.
- Enxame de março apanha-o no regaço.
- Março zangado é pior que o diabo.
- Em março, tanto durmo como faço.
- Nasce a erva em março, ainda que lhe deem com o maço.
- Sol de março queima a dama no paço.
- Em março, chove cada dia um pedaço.
- O grão, em março, nem na terra nem no saco.
- Março amoroso faz o ano formoso.
- Se ouvires trovejar em março, semeia no alto e no baixo.
- Se queres um bom cabaço, semeia-o em março.
- Secura de março, ano de vinho.
- No tempo do cuco, tanto está molhado como enxuto.
- Quem poda em março vindima no regaço.
- Quando vem março ventoso, abril sai chuvoso.
- Em abril, águas mil.
- Em abril, águas mil, coadas por um mandil.
- A água que no verão há-de regar em abril e maio há-de ficar.
- Abril molhado, ano abastado.
- Se não chove em abril, perde o lavrador couro e quadril.
- Abril frio e molhado enche o celeiro e farta o gado.
- Abril, tempo de cuco, de manhã molhado e à tarde enxuto.
- Abril molhado, sete vezes trovejado.
- Abril chuvoso, maio ventoso e junho amoroso, fazem um ano formoso.
- Uma água de maio e três de abril valem por mil.
- Tarde acordou quem em abril podou.
- Vinha que rebenta em abril, dá pouco vinho para o barril.
- No princípio ou no fim, abril é ruim.
- O grão em abril, nem por semear nem nascido.
- Quando vem março ventoso, abril sai chuvoso.
- Mês de maio, mês das flores, mês de Maria, mês dos amores.
- Maio frio e junho quente: bom pão, vinho valente.
- Maio ventoso faz o ano formoso.
- Maio hortelão: muita palha e pouco grão.
- Maio pardo e ventoso faz o ano farto e formoso.
- Fraco é o maio se o boi não bebe na pegada.
- Em maio, comem-se as cerejas ao borralho.
- Tantos dias de geada terá maio, quantos de nevoeiro teve fevereiro.
- Uma água de maio e três de abril valem por mil.
- Em maio canta o gaio.
- Quem em maio relva, nem tem pão nem tem erva.
- Em casa vazia, maio depressa se avia.
- As favas, maio as dá e maio as leva.
- Maio me molhou, maio me enxugou.
- Quando maio chegar, quem não arou tem de arar.
- Em junho abafadiço fica a abelha no cortiço.
- Junho calmoso: ano formoso.
- Junho floreiro: paraíso verdadeiro.
- Sol de junho amadura tudo.
- Chuva de junho: peçonha do mundo
- Junho chuvoso: ano perigoso.
- Em junho, foice no punho.
- Maio frio e junho quente: bom pão, vinho valente.
- Junho quente, Junho ardente.
- Chovam trinta maios e não chova em junho.
- Quem em junho não descansa, enche a bolsa e farta a pança.
- Por muito que julho queira ser, pouco há-de chover.
- Julho abafadiço: abelhas no cortiço.
- Julho quente, seco e ventoso: trabalha sem repouso.
- Em julho, ceifa o trigo e faz o debulho. E, em o vento soprando, vai-o limpando.
- Não há maior amigo do que julho com o seu trigo.
- Em julho, reina o gorgulho.
- Em julho tudo farás, só o teu verde não ceifarás.
- Julho sem pulgas no cão, vento norte e muito frio é sinal de pouco pão.
- Água de julho no rio não faz barulho.
- Julho claro como olho de gado.
- Nevoeiro de S. Pedro põe em julho o vinho a medo.
- Quem em julho ara e fia, Ouro cria.
- Seja o ano que for, agosto quer calor.
- Agosto nos farta, agosto nos mata.
- Quem em agosto ara, riqueza prepara.
- Quem não debulha em agosto debulha com mau gosto.
- Chuva em agosto: açafrão, mel e mosto.
- Agosto amadurece, setembro vindimece.
- Agosto tem culpa se setembro leva a fruta.
- Em agosto, toda a fruta tem gosto.
- Se queres o teu homem morto, dá-lhe couves em agosto.
- Em agosto, ardem os montes; em setembro, secam as fontes.
- Primeiro de agosto, primeiro de Inverno.
- Em agosto, sardinhas e mosto.
- Névoas de agosto, nem bom nabo, nem bom magusto.
- Trovoadas em agosto, melhora o mosto.
- Em agosto, nem vinho nem mosto.
- Em fevereiro, chuva; em agosto, uva.
- Não é bom o mosto colhido em agosto.
- O mês de agosto será gaiteiro, se for bonito o 1º de Janeiro.
- Setembro: mês dos figos e cara de poucos amigos.
- Setembro molhado: figo estragado.
- No pó, semearás; em setembro colherás.
- Em setembro, ardem os montes e secam as fontes.
- Em setembro, andando e comendo.
- Se em setembro a cigarra cantar, não compres trigo para guardar.
- Em setembro, cara de poucos amigos e manhã de figos.
- Em tempo de figos não há amigos.
- Vindima molhada, pipa depressa despejada.
- Em setembro planta, colhe e cava que é mês para tudo.
- Nuvens em setembro: chuva em novembro e neve em dezembro.
- Outubro quente traz o diabo no ventre.
- Logo que outubro venha, prepara a lenha.
- Outubro suão: negaças de verão.
- Outubro meio chuvoso faz o lavrador venturoso.
- Em outubro, sê prudente: guarda pão e semente.
- Se em outubro te sentires gelado, lembra-te do gado.
- Em outubro, o lume já é amigo.
- Em outubro não fies só lã; recolhe o teu milho e o teu feijão, senão de inverno tens a tua barriga em vão.
- Em outubro meu trigo cubro.
- Em novembro, põe tudo a secar, que pode o sol não voltar.
- Nuvens em setembro: chuva em novembro e neve em dezembro.
- Em novembro, prova o vinho e semeia o cebolinho.
- Cava em novembro e planta em janeiro.
- Em dezembro, treme de frio cada membro.
- Em dezembro, descansar, para em janeiro trabalhar.
- Nuvens em setembro: chuva em novembro e neve em dezembro.
- Ande o frio onde andar, no Natal cá vem parar.
- Se queres um bom alhal, planta-o no mês do Natal.
- Quem colhe azeitona antes do Natal, deixa metade no olival.
- Mal vai a Portugal se não há três cheias antes do Natal.
- Nem em agosto caminhar, nem em dezembro marear.
- Depois que o menino nasceu, tudo cresceu.
- Noite de Natal estrelada dá alegria ao rico e promete fartura ao pobre.