Aqui fica, então, o resultado!
quinta-feira, 10 de março de 2016
Saquinhos para Roupinha
Estive a costurar quatro saquinhos para levar as roupinhas do meu bebé para a maternidade. Assim, vai um conjunto em cada saco, um para cada dia. Caso seja necessário mais, o papá tratará de levar.
Aqui fica, então, o resultado!
Aqui fica, então, o resultado!
quarta-feira, 2 de março de 2016
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016
Azia na Gravidez, o que fazer para diminuir o desconforto?
A azia ou pirose consiste numa sensação de queimação ou ardência no
esófago e na garganta e, apesar do grande desconforto que pode acarretar, é
muito comum e normal na gravidez devido ao aumento de determinadas hormonas na
corrente sanguínea (nomeadamente a progesterona) e ao crescimento do útero.
O aumento das quantidades de
progesterona no sangue, que relaxa os músculos do útero, também provoca o
relaxamento de outros músculos tal como o esfíncter esofágico inferior, que é a
válvula entre o estômago e o esófago e que costuma estar bem fechada. O facto
de esta válvula não estar a fechar como habitual permite que algum conteúdo do
estômago volte para o esófago, provocando irritação e a sensação desconfortável
de azia. A progesterona também diminui o ritmo das contrações naturais do
estômago, levando a um processo digestivo mais lento do que o habitual.
Por outro lado, o
crescimento do bebé e do útero pressiona o estômago e o intestino, contribuindo
também para que o conteúdo do estômago volte para o esófago. Assim, à medida
que a gravidez avança existe a tendência para que a azia se agrave.
No sentido de diminuir este
desconforto, apresentam-se algumas sugestões:
- Evitar comer alimentos gordurosos, ácidos e fritos e evitar refeições muito condimentadas, principalmente à noite (exemplos de alimentos/bebidas a evitar: molho de tomate, mostarda, frutas cítricas, vinagre, café, chocolate, sumos industrializados, bebidas gaseificadas…);
- Evitar ingerir muitos líquidos na hora das refeições, de modo que o estômago não fique muito distendido (a água é muito importante, mas deve-se procurar beber entre as refeições);
- Optar por refeições leves, em pequenas quantidades e frequentes, de forma a não acumular a acidez no estômago;
- Preferir frutas como banana, pera, maçã e pêssego por serem facilmente digeridas;
- Mastigar bem os alimentos para facilitar a digestão;
- Mastigar pastilha elástica depois de comer, por estimular as glândulas salivares que ao produzirem mais saliva neutralizam o ácido do estômago;
- Evitar deitar-se logo após as refeições;
- Dormir com a cabeça mais levantada ou numa posição semi-sentada;
- Dormir para o lado esquerdo, devido a anatomia própria do estômago que impede assim a subida do suco gástrico;
- Não fumar e evitar a exposição do fumo do tabaco;
Quando se está com azia:
- Comer uma maçã com casca, um pedacinho de pão, uma ou duas bolachas de água e sal ou um pedacinho de batata crua, que ajudam a empurrar o conteúdo gástrico de volta para o estômago e absorvem o ácido estomacal;
- Comer um punhado de amêndoas com pele;
- Evitar beber água ou outro líquido no momento em que se está com azia, pois agrava a sensação de queimação.
No entanto, se a azia for
muito forte e constante deve-se falar com o médico pois existem medicamentos
próprios e adequadas para esta situação.
Curiosidade: Costuma-se ouvir dizer que
quando a grávida sente muita azia o seu bebé terá muito cabelo, no entanto, não
existe nenhuma comprovação científica desta relação.
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016
Deve-se utilizar a cinta pós-parto?
Há uns anos atrás parecia ser
indispensável a utilização de cinta após o parto, contudo, actualmente parece já
não ser assim tão imprescindível o seu uso. Então e porquê?!
Acontece que se acreditava que,
depois do parto, a utilização da cinta devidamente colocada ajudava a que os
órgãos voltassem aos seus devidos lugares e acelerava o processo de involução
do útero, consequentemente, a barriga voltaria mais depressa a ter forma que
tinha antes da gravidez.
No entanto, os estudos científicos têm
mostrado precisamente o contrário, ou seja, quanto mais tempo se utiliza a
cinta, mais tempo as mamãs demoram a recuperar a forma que tinham. Isto porque, ao se comprimir os músculos de forma constante está a impedir-se que os mesmos
se movimentem, tornando-os mais “preguiçosos” e prejudicando o processo natural
de recuperação dos tecidos. Por outro lado, também prejudica a circulação sanguínea. Assim, e apesar de haver uma redução momentânea da barriga quando se utiliza a cinta, a sua utilização parece não trazer contributos a longo prazo, podendo mesmo contribuir para a flacidez tão indesejada.
Deste modo, a utilização da cinta pós-parto não é adjuvante da involução uterina e deve ser utilizada apenas quando existe indicação médica. Após
o parto, os músculos ficam distendidos e o útero fica menor e mais solto dentro
do abdómen e a utilização da cinta pode permitir à mulher uma sensação de maior
segurança e firmeza, o que se acentua ainda mais se o parto tiver sido por
cesariana. Deste modo, a mamã sente-se mais à vontade com a cinta para se sentar,
levantar e caminhar, podendo nestas situações ser indicada a utilização da cinta de forma moderada e transitória.
Para recuperar a forma da barriga, o
melhor mesmo é a realização de exercícios abdominais apropriados, que só devem
ser iniciados algumas semanas após o parto e de acordo com as indicação médicas
(6 a 8 semanas no caso de uma cesariana, por exemplo).
quarta-feira, 30 de dezembro de 2015
segunda-feira, 28 de dezembro de 2015
Saquinhos Perfumados
Sachê perfumados para colocar em gavetas, guarda-roupas ou mesmo no carro.
Sachê perfumado e porta-lenços
Sachê Perfumado e Fita Porta-Chaves
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