sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Jogo dos Palhaços (Lógica)
Jogo de Seriação
Jogo das Palavras
A Tromba do Elefante
Vamos colocar a Tromba no elefante!!
Um jogo divertido em que a criança, de olhos vendados, segue as instruções verbais de uma outra, de modo a passar por determinado percurso. Quando chegar perto do elefante deverá colocar a tromba no local correspondente também seguindo as orientações verbais. É importante que a criança também passe pela função de dar instruções. Pode-se tornar um jogo muito divertido!
Desenvolve a orientação espacial, a lateralidade e, ainda, a capacidade de escutar e de seguir/dar instruções (liderar).
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Lenda de S. Martinho
Martinho era um valente soldado romano que estava a regressar de Itália para a sua terra, algures em França. Estava muito, muito frio, vento e mau tempo enquanto cavalgava e Martinho estava agasalhado normalmente para a época: tinha uma capa vermelha, que os soldados romanos normalmente usavam.
De repente, aparece-lhe um mendigo, vestido com roupas já velhas e rotas e cheio de frio que lhe estendeu a mão à procura de auxílio...Infelizmente, Martinho não tinha nada para lhe dar. Então, pegou na espada, levantou-a e deu um golpe na sua capa. Cortou-a ao meio e deu metade ao pobre.
Nesse momento… as nuvens e o mau tempo desapareceram. Parecia que era Verão! Foi como uma recompensa de Deus a Martinho por ele ter sido bom.
É por isso que todos os anos, nesta altura do ano, mesmo sendo Outono, durante cerca de três dias o tempo fica melhor e mais quente: é o Verão de São Martinho.
Nesse momento… as nuvens e o mau tempo desapareceram. Parecia que era Verão! Foi como uma recompensa de Deus a Martinho por ele ter sido bom.
É por isso que todos os anos, nesta altura do ano, mesmo sendo Outono, durante cerca de três dias o tempo fica melhor e mais quente: é o Verão de São Martinho.
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Lágrima de Preta
Encontrei uma pretaque estava a chorar,
pedi-lhe uma lágrima
para a analisar.
Recolhi a lágrima
com todo o cuidado
num tubo de ensaio
bem esterilizado.
Olhei-a de um lado,
do outro e de frente:
tinha um ar de gota
muito transparente.
Mandei vir os ácidos,
as bases e os sais,
as drogas usadas
em casos que tais.
Ensaiei a frio,
experimentei ao lume,
de todas as vezes
deu-me o que é costume:
Nem sinais de negro,
nem vestígios de ódio.
Água (quase tudo)
e cloreto de sódio
António Gedeão
domingo, 10 de outubro de 2010
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