domingo, 10 de outubro de 2010
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Crash - No Limite
Até que ponto nos conhecemos? Do que seriamos capazes se fossemos dominados pelo medo, se nos sentissemos inseguros?
Todos nós devíamos ver este EXCELENTE filme que mostra tão bem a Natureza Humana...Os nossos preconceitos, os nossos medos, as nossas inseguranças, as nossas atitudes e as acções que temos... Faz-nos pensar em quem somos e do que seriamos capazes de fazer em determinada situação... E que nunca devemos julgar os outros...
Se calhar não nos conhecemos assim tão bem...
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Bôla de Carnes de Trás-os-Montes
A primeira vez que provei a Bôla de Carne foi numa viagem no 11º ano ao Gerês... Gostei imenso e agora, uns quantos anos mais tarde, fui tentar fazer este pãozinho em forma de bolo e com muitas carninhas lá dentro...Apesar de ainda precisar de algumas modificações nas quantidades dos ingredientes, ficou bastante bom...
Aqui fica a receita, já com algumas modificações...
IGREDIENTES:
- 1kg de massa
- 250g de bife de vaca
- 250g de bife de porco
- 200g de bacon em tirinhas
- 200g de chourição fatiado
- 200g de presunto fatiado
- Alho
- Louro
- Pimentão
- Sal
- 1 gema de ovo
- 1 colher de sopa
PREPARAÇÃO:
Aquecer bem uma frigideira funda e fritar o bacon, sem adicionar gordura, para que fique dourado e perca a gordura que tenha. Escorrer o bacon.
Cortar os bifes às tirinhas e na mesma frigideira e com a gordura do bacon fritar a carne, temperando com pimentão, alho e louro.
Amassar a farinha do pão com um pouco de sal e água e juntar os bifes, o bacon, o chourição e o presunto. Regar com a gordura resultante. Deixar a mistura a levedar.
Colocar a mistura numa forma untada e pincelar com a gema de ovo (mexida com um colher de sopa de água). Levar ao forno pré-aquecido.
Assim que esteja dourado, verificar a massa e retirar do forno. Deixar arrefecer uns minutos e desenformar.
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Eu Sei
Hoje acordei e silenciosamente cantava esta música...
Eu Sei...
(Letra & música de Sara Tavares e Ani Fonseca)
(Inspirada no Salmo 139)
Se eu voar sem saber onde vou
Se eu andar sem conhecer quem sou
Se eu falar e a voz soar com a manhã
Eu sei...
Se eu beber dessa luz que apaga
A noite em mim
E se um dia eu disser que já não quero estar aqui
Só Deus sabe o que virá
Só Deus sabe o que será
Não há outro que conhece
Tudo o que acontece em mim
Se a tristeza é mais profunda que a dor
Se este dia já não tem sabor
E no pensar que tudo isto já pensei
Eu sei...
Se eu beber dessa luz que apaga
A noite em mim
E se um dia eu disser que já não quero estar aqui
Na incerteza de saber
O que fazer, o que querer
Mesmo sem nunca pensar
Que um dia o vá expressar
Não há outro que conhece
Tudo o que acontece em mim
Não consegui um pequeno vídeo da música com a Sara Tavares, mas aqui fica um do jovem David Gomes no programa Uma Canção Para Ti...Um momento para recordar...
Eu Sei...
(Letra & música de Sara Tavares e Ani Fonseca)
(Inspirada no Salmo 139)
Se eu voar sem saber onde vou
Se eu andar sem conhecer quem sou
Se eu falar e a voz soar com a manhã
Eu sei...
Se eu beber dessa luz que apaga
A noite em mim
E se um dia eu disser que já não quero estar aqui
Só Deus sabe o que virá
Só Deus sabe o que será
Não há outro que conhece
Tudo o que acontece em mim
Se a tristeza é mais profunda que a dor
Se este dia já não tem sabor
E no pensar que tudo isto já pensei
Eu sei...
Se eu beber dessa luz que apaga
A noite em mim
E se um dia eu disser que já não quero estar aqui
Na incerteza de saber
O que fazer, o que querer
Mesmo sem nunca pensar
Que um dia o vá expressar
Não há outro que conhece
Tudo o que acontece em mim
Não consegui um pequeno vídeo da música com a Sara Tavares, mas aqui fica um do jovem David Gomes no programa Uma Canção Para Ti...Um momento para recordar...
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
A lenda da Lagoa das 7 Cidades
E quem se lembra da lenda que explica a razão de uma lagoa ser azul e a outra verde?! Ora, então, aqui fica esta bela (e triste) história... 
Há muitos, muitos anos, no Reino das Sete Cidades vivia uma princesa chamada Antília, filha única de um Rei viúvo que era conhecido pelo seu mau feitio. O Rei não gostava que a sua filhinha falasse com ninguém, pelo que a menina ou estava com o pai ou com a ama que a criara desde o nascimento, altura em que a Rainha falecera.
Há muitos, muitos anos, no Reino das Sete Cidades vivia uma princesa chamada Antília, filha única de um Rei viúvo que era conhecido pelo seu mau feitio. O Rei não gostava que a sua filhinha falasse com ninguém, pelo que a menina ou estava com o pai ou com a ama que a criara desde o nascimento, altura em que a Rainha falecera.
Os anos foram passando e Antília foi crescendo, tornando-se numa linda jovem, capaz de encantar qualquer rapaz do seu reino. Contudo, eram poucos ou nenhuns aqueles que conheciam a princesa, pois o Rei continuava a não a deixar sair do castelo.
Mas Antília não se deixava intimidar pelo pai e todas as tardes, enquanto o pai dormia a sesta, saia pelas traseiras com a ajuda da ama e sem que mais ninguém a visse e ia passear pelos montes e vales próximos.
Numa certa tarde, enquanto passeava pela floresta, a princesa escutou uma bela música, deixando-se guiar por aquele som encantado. Descobriu, então, um jovem pastor a tocar flauta no cimo de um monte.
A Princesa gostou de tal forma da melodia que ficou escondida a ouvir o jovem a tocar flauta, repetindo-o durante semanas até que o pastor a descobriu, um dia, por detrás dos arbustos. Ao vê-la foi amor à primeira vista, e era recíproco, pois ela também estava apaixonada por ele. Continuaram a encontrar-se e passavam as tardes a conversar e a rir, o pastor tocava flauta para a princesa e ela escutáva-o...Ambos se sentiam muito felizes.
Num certo dia, o pastor decidiu pedir a Princesa em casamento. Dirigiu-se ao Castelo e pediu para falar com o Rei. Muito nervoso mas determinado, o pastor fez uma vénia ao Rei e, olhando-o nos olhos, disse:
- Majestade, gosto muito de Antília, sua filha, e gostaria de pedir a sua mão em casamento.
- A mão de minha filha, NUNCA... OUVIS-TE... NUNCA! - disse o Rei aos berros.- Criado, põe este pastor atrevido na rua.
O jovem bem tentou argumentar, mas ele não o deixava falar, e expulsou-o do Castelo.
- A mão de minha filha, NUNCA... OUVIS-TE... NUNCA! - disse o Rei aos berros.- Criado, põe este pastor atrevido na rua.
O jovem bem tentou argumentar, mas ele não o deixava falar, e expulsou-o do Castelo.
De seguida, o Rei mandou chamar Antília e proibiu-a de ver o pastor. A pobre Princesa mais não pode fazer do que respeitar a ordem do seu pai e nessa mesma tarde foi ter com o seu amor para lhe dizer que nunca mais se podiam encontrar.
Os jovens choraram toda a tarde abraçados...e as suas lágrimas, de tantas serem, formaram duas lindas lagoas, uma verde da cor dos olhos da princesa e a outra azul da cor dos olhos do pastor.
E ainda hoje estas duas lagoas continuam no Vale das Sete Cidades, na Ilha de São Miguel, lá nos Açores, para avivar a memória de todos quantos por ali passam, e recordar o drama dos dois jovens apaixonados.
Subscrever:
Mensagens (Atom)